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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Frederico Fernandes ou simplesmente "Fred"

  Lembro-me vagamente de estar no infantário e ter como hábito sentar-me no baloiço a cantar o nome dos rapazes de quem gostava. Múltiplas foram as vezes que o nome dele constou na lista. Lembro-me também de ter ido a uma festa de anos dele (embora ele me tenha dito que eu fui a pelo menos 2), na casa dele, e ainda hoje me lembro do quarto dele e do que lhe ofereci. Mas tirando isso, pouco mais me lembro. O que é ridículo, pois eu conheço o Fred praticamente desde sempre. Por vezes, é essa a atenção que nós damos às pessoas que merecem muito mais.
  Dei-me ao trabalho de o conhecer melhor quando a minha melhor amiga me disse que ele até era fixe. Pus de parte todos os despiques que até lá tínhamos tido e descobri que ele não era assim tão mau. Pouco mais me lembro dessa altura.
  Sempre tivemos uma amizade algo "ocasional". Conheci-o melhor através de conversas "ocasionais" que começavam com assuntos algo aleatórios, coisas que surgiam no momento e simplesmente fluíam. Acho que essa é outra das palavras que descreve a nossa amizade, "fluída". As coisas entre nós raramente são forçadas (pelo menos é o que eu sinto) e isso torna tudo muito melhor.
  Tê-lo constantemente no meu dia era algo acolhedor. Era como que um íman à Terra, por mais estranho que pareça. Lembro de um dia ele me ter perguntando porque não me dava com os da minha turma durante o intervalo. Devo ter dito que gostava da companhia dele, e se não disse, então fui estúpida. O que acontece muito frequentemente.
  Tinha na ideia fazer um texto estupendo, lindo, melódico, interessante, e tantos outros adjectivos. Mas sinceramente, não há palavras suficientes para descrever o Fred (ya, ya, boa desculpa para fazeres um texto de merda). Ele acorda um lado de mim que eu gosto bastante, faz-me pensar nas coisas de pontos de vista diferentes. É algo que lhe vou estar eternamente grata (uau, isto parece uma daquelas frases ensaiadas que se diz num funeral).
  Mas enfim, Obrigado Fred, por me aturares às 5:26 da manhã, sem reclamares. Ah e por vasculhares as minhas fotos no facebook e fazeres-me sentir um máximo!

domingo, 29 de agosto de 2010

Eu ainda me lembro muito bem disto.

(As nossas conversas fofinhas, que por vezes se tornavam irritantes, mas que eu adorava na mesma)
(A expressão sexy que fazias quando lias o que eu escrevia. Eras o meu fan nº1)
(Os desenhos que fazias para mim. Esta era suposto ser a nossa tatuagem. As sintonias da nossa rádio, em Lisboa e em Quarteira, a nossa citação preferida...)
(Os nossos famosos momentos no café. Ora de noite, ora de dia. Sempre com o Miguel ou com o teu cão)
(As constantes mensagens, mesmo que fosse apenas para deitar conversa fora, tu estavas sempre de alguma maneira presente)
(A nossa famosa pulseira. A tua era verde, a minha era azul, e dizia André claro.)